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Para 2013, publicamente (ver aqui), estabeleci como objetivo tirar a carta de condução. Objetivo cumprido. Outros foram estabelecidos e cumpridos e, outros ainda, falhados – como é, aliás, comum nas minhas listas de resoluções.
Este não foi, de longe, O ano. 2013 foi vivido, em grande parte, de forma tensa: muito stress, muita ansiedade, muitas insónias. Ouvi mais vezes do que o que era, então, habitual: Relaxa, rapariga. A partir de junho, sensivelmente, deixei de conseguir gerir de forma positiva os momentos menos bons, algo que tinha começado a alcançar, algures, no ano anterior.
No entanto, e como nunca nada é tão mau assim, também existiram momentos deliciosamente positivos e, por isso, inesquecíveis. O sentimento de pertença a uma cidade que não era minha acabou, finalmente, por chegar; o sentimento de concretização pessoal; o orgulho que senti ao ver algumas das pessoas mais importantes para mim a concretizar sonhos – alguns de longa data e conquistados com muito trabalho; a amizade partilhada, nos bons momentos, acompanhada por gargalhadas e muitos sorrisos e, também, a demonstrada nos momentos menos bons, que os tornou, de alguma forma, mais alegres; por fim, o amor incondicional, pelo qual estou mais que agradecida.
Com o aproximar do fim do ano vieram algumas lições, que me fizeram crescer e, também, viver coisas que não sabia que existiam.
Quanto a livros, filmes e séries… não houve muitas oportunidades e, quando as houve, muitas vezes, não havia disposição ou vontade.
2013, de forma geral, não foi O ano, o que não faz dele um mau ano. Na verdade, faz com que nos seguintes existam ótimas oportunidades para evoluir!