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Na vida, temos sempre um ou outro exemplo. Uma ou outra inspiração que é como uma locomotiva.

Quando me disseram que teria de ter uma madrinha ou um padrinho escutista, alguém que, de alguma forma, fosse um exemplo, que me pudesse ajudar, não pensei duas vezes. Afinal, como podia?

Conhecia-a desde sempre, vivera com ela toda a minha infância. Conhecia-lhe aquele ar aventureiro, a forma como se entregava a tudo o que lhe dizia algo, como traçava objetivos e como trabalhava para os atingir com tanta determinação e sem reservas. Via-lhe nos olhos o amor pelo escutismo e a dedicação que lhe tinha. Como podia não escolhê-la? Como podia querer outra pessoa, num dia tão importante, a colocar-me a mão no ombro direito e a dizer que me protegeria?

Digo-vos, a minha madrinha escutista é doida. Oh, se é! Mas é das melhores pessoas doidas que conheço. 

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1 comentário

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De Anónimo a 23.08.2013 às 23:50

Lembras-te do dia em que a Dona C. te disse finalmente que podias ir? Acredita, fiquei tão contente como tu. Tinha a certeza que ias adorar!
Quando gostamos de alguma coisa ou melhor, quando gostamos realmente de alguma coisa, temos que dar tudo a cada segundo pois quando chegamos a casa depois de quer seja um sábado ou dois ou três dias, sentimo-nos com aquele sentimentozito que não sabemos bem explicar. Sentimo-nos realizados, umas vezes por fazermos coisas que nunca tínhamos feito ou que pensávamos que não éramos capazes, pelo espírito de grupo, pelo nosso trabalho ou por tantas outras coisas. Há quem diga que para se sentir feliz e realizado é preciso alcançar um alto patamar num sonho quase intangível. Sabes o que te digo? Trata de te sentir realizada com pequenos objectivos, coisas simples que podes ir concretizando no dia a dia. Consegue-se uma vida feliz assim, procurando a felicidade não nas grandes, mas nas pequenas coisas. E o que é uma vida feliz sem uma dose de loucura? São os "loucos" que fazem o mundo avançar. São eles que saem de casa numa manhã gelada de Dezembro para uma actividade e que às vezes se sentem mais confortáveis numa tenda do que no próprio quarto. Se não tivermos a dose de loucura, somos apenas mais umas pessoas normais que tem uma vida igual á de tantas outras. Quem quer uma vida assim? Eu não!

és um orgulho de afilhada :)

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